domingo, 28 de novembro de 2010

octagésimo primeiro capítulo [81º]

   Levantei-me imediatamente e tomei um duche rápido. Vesti uma roupa confortável e arranjei o cabelo de modo que parecesse um liso, seco ao natural. (VÊ O LOOK AQUI.)

Hoje tinha uma reunião com os produtores do meu CD, já tinha feito as gravações em Nova Iorque, em Agosto. Queria lançá-lo no início do próximo ano, e era um álbum com faixas de variadas fases da minha vida.

Não comi nada em casa, saí directamente para o ‘Louis Hotels’, tremi só de pensar que o Marco poderia estar lá. Mas não podia deixar de fazer as minhas coisas com medo de o ver.

Entrei no hotel e dirigi-me à cafetaria, encontrar-me-ia lá com os produtores.


- Deseja alguma coisa, menina? – perguntou o barman.

- Sim, um café duplo e uma fatia de bolo bolacha e caramelo, por favor.

- Trarei já. – sorriu.


Mandei uma mensagem ao David.

“Hoje a nossa despedida foi fraquinha L, já tenho saudades tuas, meu amor. Vou ter daqui a pouco reunião. Depois, manda mensagem quando chegares, sim? Beijo, amo-te coração!”

O senhor trouxe o que lhe tinha pedido e eu, comi tudo pouco antes dos produtores chegarem.
(A conversa será em inglês, mas para não escrever as falas duas vezes, colocarei apenas a parte em português.)


- Paula! Desculpa o atraso… - ouvi sotaque inglês atrás de mim, e quando me voltei vi-os.

- Olá! Não tem problema. – sorri.

- Vamos então para a sala de reuniões? – perguntou o Keith.

- Claro.


            Seguimos para a sala, na verdade eu conhecia aquele hotel demasiado bem. A reunião foi decisiva, agendei algumas entrevistas e sessões fotográficas para a campanha e dei a minha opinião relativamente a muitos detalhes.


- Então, resto de bom dia, e até breve! – disse o John.

- Obrigado por tudo, até breve! – sorri e encaminhei-me para a porta de saída do hotel.



            Vi um segurança entrar no hotel, e atrás dele vinha, o Marco e a Marta, a sua irmã. Ambos congelaram, tal como eu, fiquei imóvel a olhá-los. O Marco estava com uma aparência mais madura, o seu cabelo loiro estava ligeiramente mais escuro e mais curto, estava com a barba por fazer e isso tornava-o mais velho, tinha vestidas umas calças de ganga, uma camisa branca e um blazer. A Marta sorri ligeiramente e eu sorri de volta, aproximei-me dela e abracei-a, quando desfizemos o abraço, o Marco estava ainda mais incrédulo a olhar para mim.




- Está tudo bem? – disse olhando para a Marta.

- Sim, já não te via às uns tempos…

- Nem eu, já tinha saudades, querida. – sorri. – Recebeste o meu convite?

- Recebi… - sorri. – Fiquei muito contente, por te lembrares de mim.

- Eu nunca me vou esquecer de ti, - olhei para o Marco, de seguida. – De nenhum de vocês. – fez-se um silêncio horrível. – Bem, tenho que ir… Até… breve. – acabei por dizer.

           
            Não esperei pelas reacções deles, concluí a minha saída do hotel e entrei no meu carro, estava feliz, feliz por finalmente ter ultrapassado isto. Olhei no telemóvel, e, para além de ver que já eram três da tarde, tinha uma mensagem do David.

            “Cheguei agorinha, gatinha, quando sair da reunião me liga. Também já tenho saudades suas. Beijo, te amo muitãão!!! <3”

            Marquei o número dele e chamei.


- “Só saiu agora, meu amor?”

- Só… Vou ao shopping comer qualquer coisa.

- “Cê tem que se alimentar direito, não quero que coma qualquer coisa, não.”

- AHAHA. Está bem, pai!

- “Não brinca, tou falando sério.”

- Sim, sim…

- “Correu bem a reunião?”

- Correu…

- “Que vo(i)z é essa?”

- É que, eu… - fiz uma pausa.

- “Você o quê? Tá tudo bem?” – falou muito rápido.

- Foi no hotel do Marco, e acabei por encontrá-lo.

- “Ele fez mal a você?  Se ele te tocou, eu mato, ele!” – começou a elevar o tom de voz.

- Calma, amor. Ele não fez nada…

- “Então porque tá assim?”

- Porque acho que finalmente deixei de ter receio de o encontrar, acho que finalmente posso ser totalmente feliz, David.

- “Eu pensava que já era feliz comigo…”

- Não sejas tonto. Eu já era e sou muito feliz contigo. Tu percebeste o que eu quis dizer, sabes que te amo, muito!

- “Pois sei, mas já sabe como sou. Morro de medo de te perder, e não irei suportar que alguém te faça sofrer.”

- Eu também tenho medo de te perder. Mas ambos sabemos que não podemos estar sempre a pensar nisso. Eu vou passar o resto da minha vida contigo, se deixares.

- “Te amo…”

- Eu sei… Vá, agora tenho de ir comer. Beijo.

- “Beijão!”


            Conduzi até ao Centro Comercial Vasco da Gama e acabei por comer um McChiken, dei alguns autógrafos, tirei algumas fotografias e voltei para casa.

            O resto do dia foi calmíssimo, fiquei no sofá, com o computador.


Paula ♥
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Muito, muito, muito obrigada pelas mais de 35000 visitas, não estou em casa, o post foi automático. Beijinhos!

sábado, 27 de novembro de 2010

octagésimo capítulo [80º]

CONTINUAÇÃO DA LEMBRANÇA DO CAPÍTULO PASSADO:



Acordei e o Martim ainda dormia, tomei banho e vesti-me (VÊ O LOOK AQUI).
Estudei um bocadinho e depois o Martim acordou.

- Já é de dia? – perguntou.

- Sim, amor. Dormiste bem? – perguntei enquanto lhe passei a mão pelo cabelo.

- Domi! O David?

- O David está no treino. – disse sorrindo. – Ele depois vem ter connosco. Vamos beber leitinho?

- Pomete que ele vem…

- Prometido! Anda vamos comer… - peguei nele e levei-o para a cozinha.



Aqueci o leite e ele tomou-o cuidadosamente. Enquanto ele estava entretido a ver os desenhos animados comecei a estudar, esta semana ia faltar às aulas para estar com o Martim.



I'm not saying it was your fault
Although you could have done more

Oh you're so naive yet so


            O telemóvel tocou e vi no visor o nome do David, atendi imediatamente.


            - Já tá de pé, gatinha?

            - Estou, meu amor. Já saíste do treino?

            - Sim, estou a entrar no carro agora. Posso ir buscar você?

            - Podes, queres ir onde?

            - Vamos almoçar ao Parque das Nações, e depois passemos um pouco, que me diz?
           
            - Óptimo, vou só vestir o Martim.

            - Ok, eu depois toco à campainha. Beijo.

            - Beijo.


            Subi as escadas mais o Martim, vesti-lhe uma roupa quentinha e confortável. Passado pouco tempo o David chegou.


-  SÁBADO: 27 de Novembro de 2010-


- Amô… - ouvi a voz do David e abri os olhos rapidamente. – Tenho que ir…

- Para Aveiro, amor?

- Sim…, vou po Seixal, e depois logo Aveiro…

- Ok, - beijei-o. -  Amo-te, vais ver que vai correr bem. Amo-te!

- Eu também, gatinha, eu também!

Paula ♥
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septuagésimo nono capítulo [79º]

SEXTA-FEIRA: 26 de Novembro de 2010

Acordei tarde, metade do meu corpo estava pousado no David, estava super quente e confortável também. Olhei para o relógio e vi que já era quase hora de almoço. Levantei-me e fui à cozinha, preparei uma massa simples com carne, coloquei a mesa, e fui chamá-lo.

- Amor… - disse. – Fiz macarrão…


Ele abriu os olhos aos poucos e sorriu.


- Ainda tou sonhando?

- Não sejas tonto! Anda, que senão fica frio.

- Vou comer tudinho, vai ver.

Deu-me a mão e descemos juntos, ele comeu tudo como prometera e bastante rápido.

- Tenho que ir po treino. – disse e fez beicinho.

- Na boa. – beijei-o. – Amo-te noivo da minha vida


Os olhos deles arregalaram-se e estavam mais brilhantes do que nunca, a sua boca esboçou um enorme sorriso e ele mordeu o lábio.


- Nem imagina como é bom ouvir isso. – fez uma pausa e prosseguiu. – Eu te amo noiva do meu coração,

- Agora imagino. – roubei-lhe um beijo. – Vá… vai agora!

- Seus desejos são ordens. – piscou o olho e saiu.



Peguei nos pratos e na travessa e levei-os para a banca, coloquei muito detergente, depois de fazer muita espuma, comecei a limpá-los e depois passei-os por água. Comecei a imaginar como seria o David “oficialmente” da minha família, porque eu já o considerava, não era difícil, a relação dele com os meus primos era notável, então os mais pequenos tinham uma admiração por ele. O meu pensamento voo para o passado.




- LEMBRANÇA: 08 de Fevereiro de 2010 –



O meu afilhado (filho da minha irmã), tem três anos, e vem passar uma semana comigo a Lisboa. Como eu tive o fim-de-semana no norte vinha com ele de avião e o David ia buscar-me ao aeroporto.

- Madinha? - chamou quando estávamos a sair do avião.

- Queres que te pegue ao colo?

- Não é isso, já sou um menino c’escido! O David gota me mim?

- Isso é pergunta? Ele gosta muito de ti!

- Mas como eu sou uma c’iança às vezes dizem que sou chatinho… - fez beicinho.

Eu peguei nele, e protegi-o nos meus braços.

- Não te preocupes, se ele não gostasse de ti, eu não gostava dele.

- A sério? – perguntou com cara de espantado.

- Claro!


Vi o David ao longe, e assim que o Martim o reconheceu, encolheu-se ainda mais contra o meu peito. Eu sorri-lhe e assim que me encontrei com ele dei-lhe um beijo suave nos lábios.


- Correu bem? – perguntou-me, ao mesmo tempo que colocava uma madeixa do meu cabelo atrás da orelha.

- Sim, foi calminha e rápida. – disse sorrindo.

- Então e você, Martim? – passou-lhe a mão pelo cabelo. – Não gosta de mim, não?

- Goto. – respondeu envergonhado.

- Ah, tava vendo, moleque! – beijou-lhe suavemente a nuca. – Vamo?

- Sim.


Entrei no carro e deixei o Martim ficar no meu colo, devia estar quase a adormecer.


- É melhor hoje eu dormir em minha casa, ele pode estranhar.

- Tenho saudades tuas. – confessei.

- Eu também, meu amor, mas deixa ele ficar mais à vontade que depois durmo agarradinho a ti. – a sua mão tocou na minha, e fez uma festa, eu sorri e ele arrancou.


Cheguei rápido a casa e depois de deitar o Martim, mandei uma mensagem à minha irmã a dizer que  a viagem tinha corrido bem. Depois, vesti o pijama e acabei por adormecer também. 

Paula ♥
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

septuagésimo oitavo capítulo [78º]

Chegámos ao hotel já de noite, estávamos super cansadas, durante o dia, visitámos a Universidade de Tel Aviv, enorme. Os edifícios Azrieli Center, os três mais altos do país, o teatro, a praça comercial e um dos jardins magníficos. Na verdade estava estupefacta com a beleza daquela cidade, e com a simpatia do povo. Comprei umas prendinhas para o Luís, o Pedro, os meus pais, a minha irmã, o meu afilhado e o meu cunhado. Achei que eles iriam adorar.

Mal entrámos no hotel, encontramos a equipa completa, no hall, olharam-nos imediatamente.

- Boa noite. – disseram quase em coro.

Nós respondemos de volta e sorri-lhes. Pedi-mos um elevador e subimos.

- Credo! Nunca tive tão envergonhada. – confessou a Mariana.

- Mañana fico todo el dia en cuarto. – riu-se a Elena.

- Olha que eu já tive mais longe.


Tomei um banho e vesti o pijama. Ouvi o telemóvel e vi que tinha uma mensagem do David.

“Não tem que ficar envergonhada, gatinha. Esse seu jeito é só charme, né? Boa noite, te amo muito.”


Respondi prontamente.


“Fica sabendo que é a última vez que fico no mesmo hotel que vocês. Boa noite, eu também.”



Adormeci quase logo, as meninas ainda estavam à conversa mas eu estava cansadíssima.




QUARTA-FEIRA, 24 de Novembro de 2010 ---


            Acordei e desta vez elas já não estavam no quarto, tomei um duche, e vesti uma roupa confortável e segui para a sala do pequeno almoço.

            A tarde foi calma, e depois dirigimo-nos ao estádio. O resultado foi lastimável, mandei uma mensagem ao David a dizer-lhe que apesar do resultado ele era o meu campeão e que o amava muito.
            Apanhei o avião e fiz escala em Madrid, às 6h da manhã já estava em Lisboa, não tinha nenhuma mensagem dele,  mas sabia que quando ele chegasse vinha para casa.




QUINTA-FEIRA, 25 de Novembro


            Adormeci no sofá, e quando acordei ele provavelmente já tinha chegado, porque eu estava coberta com uma manta, subi as escadas e não o vi em parte nenhuma, imaginei como ele estaria mal, tomei banho e troquei de roupa (VÊ O LOOK AQUI) e conduzi para o sítio mais provável onde o poderia encontrar: a “sua” praia.

            Estacionei o carro e caminhei para o seu lugar preferido, ele lá estava sentado, olhava o mar, e nesse momento desejei conseguir ler-lhe a mente. Ele mantinha-se intacto e quando ganhei coragem sentei-me ao lado dele, virou ligeiramente a cara, estava com umas olheiras enormes, os olhos estavam vermelhos de chorar.

- Como sabia que eu estava aqui?

- Conheço-te demasiado bem… - disse e apoiei a minha cabeça no seu ombro.

- Pode ter gosto no que conhece.

- Shiu, eu estou aqui, não estou?

- Oh amô… Me sinto tão culpado, era meu sonho, seu, de meus pais, dos benfiquistas todos, e eu ajudei a destruí-lo. Me explica o que se tá passando, por favor…

- Não vejas isto que vou dizer, como uma coisa má, até porque o que eu quero é o melhor para ti. Mas… talvez devesses concentrar-te mais no Benfica, e menos nos outros clubes. Amar mais a camisola, lutar para ver sorrisos na cara dos teus adeptos. A época passada foi estrondosa, e é normal eles não quererem voltar a ficar demasiado tempo sem o “seu” Benfica.

- Cê acha? – perguntou.

- Sim. Mas há duas coisas que tu nunca te podes esquecer: Eu amo-te, e independentemente de tudo o que aconteça, vou estar sempre ao teu lado. E, se amares este clube e lutares por ele, conseguirás uma eterna gratidão dos melhores adeptos do mundo. Joga para eles, não jogues apenas contigo.


Ele colocou a sua mão na minha cintura e apertou-me contra ele, eu correspondi e juntei-me ainda mais. Não sei precisar durante quanto tempo fiquei assim, mas estava a sentir-me muito bem.   


Paula ♥
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terça-feira, 23 de novembro de 2010

septuagésimo sétimo capítulo [77º]



Acordei cedo com o despertador da Elena, deviam ser umas 9h da manhã. Ela desligou-o e continuou a dormir, assim como a Mariana, mas eu já não conseguia mais. Tomei um duche e vesti-me, aqui estava mais calor e sol do que em Lisboa e tirei proveito disso (VÊ AQUI O LOOK!).

Estava no mesmo hotel que a equipa do Benfica, mas 5 pisos abaixo.  Tinha uma vista maravilhosa para o mar, não resisti. Escrevi-lhes um bilhete.



Gatinhas, já sabem como sou e quando olhei para o mar, não lhe resisti, shh, não digam ao David! Ahaha. Quando acordarem mandei sms que vou ter com vocês para comermos qualquer coisa. Beijão!
Paula*

Enquanto descia no elevador,  rezava para não apanhar os jogadores, no hall, era coincidência a mais. Disse bom dia aos funcionários da recepção, e sorri ao senhor que estava à porta.


- Paula! – ouvi alguém chamar por mim.


Virei-me e vi que era o Rúben.


- Então? Vais sair sem as meninas?

- Tu que queres? Elas são umas dorminhocas! – Rimo-nos os dois – Não… é que olhei para o mar, e pronto. Não resisti.

- Fizeste bem…

- E tu? Perdeste-te?

- Eles são umas meninas, já acordámos à 1h30 e só eu é que saí…

- Não posso. – ri-me. – Bem, acho que vou indo antes que venha a tropa toda…

- Sim, e, antes que o David te veja.

- Ãh?

- Já viste bem? Esses calções devem ser um crime, nestes países… - riu-se.



Olhei para baixo, várias vezes e senti o meu rosto a corar.



- É assim tão mau?

- Mau? Eu chamava-lhe outra coisa…

- Vocês homens são muito estúpidos.


Virei-lhe costas, e ele veio atrás de mim.


- Ei, tava a brincar, Paulinha.

- Sim, sim, essas bocas dispenso eu, sou tua amiga, noiva do teu melhor amigo, e melhor amiga da tua mulher, que deixou o filho com a mãe para te vir ver.


Ele calou-se por breves segundos.


- Que tá passando aqui? – ouvi a voz do David.

“Fodasse!”  pensei.  Já devia ter saído há bastante tempo, será que nem aqui tenho um minuto de sossego.

- Tá tudo bom?

- Tá. – beijei-o. – Já tava de saída. Vou ali à praia. – pisquei-lhe o olho.

- Eu sei que não foi só isso, me conta, vai?

- Os comentários desagradáveis do teu amiguinho, relativamente àquilo que eu tenho vestido.

- Oué? Queria ter, mas ela só tem olhos para mim, manz!

- Ei, e eu tenho a Mari.

- Ok, dispenso essa conversa!


Saí do hotel (finalmente) e sentei-me na areia limpa da praia. Admirei a cor do mar e abstraí-me do que se tinha passado, e até esbocei um sorriso. Lembrei-me dos primeiros momentos que passámos juntos, peguei numa folha que tinha no meu telemóvel e escrevi umas frases em português, tendo traduzido para inglês pouco tempo depois.





A primeira vez que eu vi seu rosto
Eu pensei que o sol nascia em seus olhos
E a lua e as estrelas foram os presentes que você deu
Para aos céus escuros e vazios.

A primeira vez que eu beijei sua boca
Eu senti a terra girar em minha mão
Como o coração tremulo de um pássaro capturado
Lá devia estar o meu controle, meu amor.

A primeira vez que eu te abracei
E senti seu coração bater tão perto do meu
Eu pensei que nossa alegria iria encher a Terra
E seríamos os últimos até o fim dos tempos meu amor

A primeira vez que eu vi seu rosto, seu rosto,
Seu rosto, seu rosto

The first time ever I saw your face
I thought the sun rose in your eyes
And the moon and the stars were the gifts you gave
To the dark and the empty skies.

And the first time ever I kissed your mouth
I felt the earth move in my hands
Like the trembling heart of a captive bird
That must stay at my command, my love.

And the first time ever I lay with you
I felt your heart so close to mine
And I knew our joy would fill the Earth
And last and last and last till the end of time, my love.

The first time ever I saw your face, your face,
your face, your face.


·         *Escrita por Ewan McColl


Não tinha percebido o que se tinha passado, na verdade estava incrédula, olhei para o telemóvel e era 12h, o tempo passou a correr tinha uma mensagem da Elena.


“Chica, viene a hotel, nos vamos a vestir ahora, y después comer, sí? Bejito.”



Saí da praia, e esperei por elas no sofá do hall. Foram rápidas, e acabámos por comer um Wiener schnitzer.

A tarde foi passada a conhecer locais lindíssimos Israelitos, estava a apaixonar-me por este país, a cada segundo que passava.


Paula ♥
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